Curso de ITIL FOUNDATIONS
quarta-feira, julho 01st, 2009 | Author: siro

Objetivo do Curso

  • Fornecer o conhecimento básico para o entendimento dos processos de ITIL Service Delivery e Service Support
  • Preparação para o exame de certificação ITIL Foundations

Público Alvo

  • Profissionais de TI

Período

  • Dias 13, 14, 15, 16, 17 e 18/07/2009
  • Horário: das 08:00 às 12:00 horas
  • Carga Horária: 24 horas

Conteúdo

  • Gerenciamento de serviços
    • Introdução ao Gerenciamento de Serviços de TI
    • Introdução ao ITIL
  • Central de serviços
    • Tratamento de chamadas
    • Tipos de central de serviços
    • Ponto único de contato
  • Gerenciamento de incidentes
    • A diferença entre incidentes, problemas e erros conhecidos
    • Processo de controle de incidentes
    • Classificação, priorização e escalada
  • Gerenciamento de problemas
    • Problemas e erros conhecidos
    • Os processos de controle de problemas e de controle de erros
    • Gerenciamento de problema reativo e proativo
  • Gerenciamento da configuração
    • Fornecimento de informações sobre a infra-estrutura de TI
    • Itens da configuração
    • Base de dados do gerenciamento da configuração
  • Gerenciamento de mudanças
    • Processo de gerenciamento de mudanças
    • Aprovação e programação de mudanças
    • Comitê de controle de mudanças
    • Mudanças de emergência
  • Gerenciamento de liberações
    • Processo de liberação e distribuição
    • Políticas e tipos de liberação
    • Biblioteca de software definitivo
  • Gerenciamento do nível de serviço
    • Acordos de nível de serviço e de nível operacional
    • Contratos de apoio
    • Plano de melhoria dos serviços
    • Gerenciamento do relacionamento com o cliente
  • Gerenciamento financeiro
    • Previsão orçamentária, contabilidade e cobrança
    • Modelos e classificação de custos
    • Recuperação de custos
  • Gerenciamento da capacidade
    • Base de dados da capacidade
    • Gerenciamento da demanda e da carga de trabalho
    • Gerenciamento de recursos e de desempenho
    • Planejamento da capacidade
  • Gerenciamento da disponibilidade
    • Confiabilidade e sustentabilidade
    • Resiliência e funcionalidade do serviço
    • Cálculo da disponibilidade
  • Gerenciamento da continuidade de serviços de TI
    • Análise de risco
    • Planejamento para desastres em potencial
    • Testes e execução de planos de continuidade
Gerenciamento de serviços
Introdução ao Gerenciamento de Serviços de TI
Introdução ao ITIL
Central de serviços
Tratamento de chamadas
Tipos de central de serviços
Ponto único de contato
Gerenciamento de incidentes
A diferença entre incidentes, problemas e erros conhecidos
Processo de controle de incidentes
Classificação, priorização e escalada
Gerenciamento de problemas
Problemas e erros conhecidos
Os processos de controle de problemas e de controle de erros
Gerenciamento de problema reativo e proativo
Gerenciamento da configuração
Fornecimento de informações sobre a infra-estrutura de TI
Itens da configuração
Base de dados do gerenciamento da configuração
Gerenciamento de mudanças
Processo de gerenciamento de mudanças
Aprovação e programação de mudanças
Comitê de controle de mudanças
Mudanças de emergência
Gerenciamento de liberações
Processo de liberação e distribuição
Políticas e tipos de liberação
Biblioteca de software definitivo
Gerenciamento do nível de serviço
Acordos de nível de serviço e de nível operacional
Contratos de apoio
Plano de melhoria dos serviços
Gerenciamento do relacionamento com o cliente
Gerenciamento financeiro
Previsão orçamentária, contabilidade e cobrança
Modelos e classificação de custos
Recuperação de custos
Gerenciamento da capacidade
Base de dados da capacidade
Gerenciamento da demanda e da carga de trabalho
Gerenciamento de recursos e de desempenho
Planejamento da capacidade
Gerenciamento da disponibilidade
Confiabilidade e sustentabilidade
Resiliência e funcionalidade do serviço
Cálculo da disponibilidade
Gerenciamento da continuidade de serviços de TI
Análise de risco
Planejamento para desastres em potencial
Testes e execução de planos de continuidade

Local

  • SEBRAE Cascavel

Investimento

  • Integrante APLTIC e associado ASSESPRO: R$200,00
  • Integrante APLTIC: R$ 300,00
  • Demais interessados: R$400,00
  • condições de pagamento, boleto bancário.

Instrutor

Cássio Miyke é formado em Tecnologia em Processamento de Dados pela UEM – Univ. Estadual de Maringá, pós-graduado em Sistemas de Informações pela mesma entidade e pós-graduado em Planejamento Estratégico pela PUC/PR. Atua na área de Tecnologia da Informação desde 1990, tendo exercido funções de analista/programador de sistemas corporativos em COBOL e Uniface, desenvolvedor Web/Java, administrador de banco de dados Informix/Oracle, analista de suporte de infraestrutura SAP R/3. Certificado em administação de banco de dados Oracle (Oracle Certified Professional) e ITIL Foundation, atualmente exerce a função de Gerente Técnico da Constel Tecnologia, sendo responsável pela supervisão das atividades do corpo técnico da empresa, bem como administração de contratos de serviços e SLAs.

Inscrições


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Sebrae/PR sedia lançamento regional do Brazil-IT em Cascavel
quarta-feira, julho 01st, 2009 | Author: siro

Sebrae/PR sedia lançamento regional do Brazil-IT em Cascavel

Empresas que fazem parte do APL TIC do Oeste do Paraná, apoiado pelo Sebrae/PR,  reúnem-se nesta quinta-feira, dia 2, para saber mais sobre o Projeto de Regionalização do Brazil-IT, que fomenta as exportações de software no Paraná

O Projeto de Regionalização do Brazil-IT, que tem como objetivo principal despertar o interesse das empresas pelo mercado internacional de tecnologia e promover as soluções locais no mercado global, será lançado oficialmente nesta quinta-feira, dia 2, às 8 horas, na sede do Sebrae/PR, em Cascavel (Rua Tancredo Neves, 1.262).

O coordenador do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia, Informática e Comunicação (APL TIC) do Oeste do Paraná, Siro Canabarro, explica que o lançamento do projeto na região representa uma grande oportunidade de crescimento no mercado externo para as 40 empresas que fazem parte da APL TIC. “Será possível visualizar questões referentes à exportação de software, bem como todo trabalho de base que é necessário para que o empresário possa iniciar negócios com países como África, Canadá, Estados Unidos, entre tantos outros.”

O Brazil-IT é um projeto de internacionalização competitiva de empresas brasileiras, produtoras de software e prestadoras de serviços e correlatos, promovido pela Softex com o apoio da Apex-Brasil.  Tem como finalidade apoiar a exportação de produtos e serviços de software, por meio da abordagem do mercado externo por segmento de negócio e vertical de atuação.

Segundo o consultor do Sebrae/PR em Cascavel,  Edson Braga da Silva, depois do lançamento do Brazil-IT, o envolvimento do empresariado da região deverá aumentar. “Apostamos no aumento de empresas interessadas em aderir ao projeto, mas ao mesmo tempo sabemos que o investimento é a longo prazo. Pensando assim, o Sebrae/PR está preparado para apoiar a empresa que queira levar o nome do Paraná para o resto do mundo, através de sua marca de software.”

Além dos empresários do APL TIC do Oeste do Paraná, o evento reunirá representantes do Sebrae/PR, Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Execução no Estado

A Apex e a Softex têm histórico de atuação conjunta. Configuram-se agora, novas oportunidades para alavancar substancialmente o setor de software em sua caminhada ao mercado internacional. A execução em âmbito estadual do Brazil-IT será desempenhada pelo Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS), agente coordenador do Projeto de Regionalização do Brazil-IT  apoiado financeiramente pela União Européia por meio da Agencia Brasileira para o Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Números no Paraná

Em recente pesquisa no segmento de software realizada pelo Sebrae/PR, mais de 63% das empresas do setor no Estado têm interesse em exportar. No entanto, quase 92% destas não têm receita de exportação.

O mercado de software no Brasil representava, em 2006, R$ 106 milhões mensais em pagamento de salários.

No Paraná no ano de 2006 somente na atividade de software estão localizadas 178 empresas, com mais de 1.400 funcionários registrados (626 com nível superior, representando 45% da mão de obra), movimentando mensalmente R$ 2,1 milhões em salários. A idade média das empresas no estado é de nove anos, com media de 3 sócios/proprietários e uma quantidade média de 31 funcionários por empresa.

Considerando a pesquisa, ainda em 2006, o faturamento médio das empresas do setor de software no Paraná era superior à R$ 900 mil.

Já com relação aos APLs são 4.164 ocupações entre empresários, estagiários, prestadores de serviços e consultores.

Números no Brasil

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), em 2008 o mercado brasileiro de software e serviços movimentou US$ 15 bilhões (US$ 5 bilhões em software, representando 1,68% do mercado internacional), apresentando 35% de crescimento em relação a 2007 e ocupando o 12º lugar no ranking internacional. Eram estimadas 7.937 empresas em atuação no segmento de software no Brasil no final de 2008.

Fonte:

Assessoria de Imprensa Sebrae/PR – Regional Oeste: Andrelise Daltoé
jornalismocascavel@savannah.com.br

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Convite para o evento Brazil IT
terça-feira, junho 23rd, 2009 | Author: siro
Brazil IT

Brazil IT

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Oeste tem 1ª certificação em software
segunda-feira, junho 01st, 2009 | Author: siro

Autor: Jean Paterno

foto-curso-cbtsA região é primeira fora das capitais brasileiras a ter a chance de realizar uma certificação do gênero.

Profissionais e colaboradores de empresas de tecnologia da informação da região Oeste do Paraná participaram no Sebrae de Cascavel, até o fim de semana, de uma atividade inédita. O município foi o primeiro, fora do circuito das capitais, a promover uma certificação de software. Além da redução de custos às empresas do setor, ela permite melhorar a qualidade dos profissionais, das empresas e dos produtos, bem como consolida o Oeste do Paraná como um polo nesse tipo de negócio, informa o coordenador da APLTic do Oeste, Arranjo Produtivo Local de Tecnologia, Siro Canabarro.

O programa do treinamento de culminou com a certificação foi promovida pela ST Consultory, de Curitiba, em parceria com o APLTic e Sebrae. As atividades foram coordenadoras por Raphael Jacinto. Siro informa que Cascavel recebeu a certificação em razão da grande demanda e participação por cursos e treinamentos, todos com lotação máxima, como ocorreu nos de modelagem de negócios, engenharia de vendas e de teste de software. A certificação, conforme Siro Canabarro, agrega valor às empresas e aos profissionais e melhora a qualidade dos produtos colocados no mercado. Outra certificação está agendada para junho, sobre ITIL, que é uma biblioteca de boas práticas nos serviços de tecnologia da informação (TI), desenvolvida no final dos anos 80 pela CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency) e atualmente sob custódia da OGC (Office for Government Commerce) da Inglaterra. A ITIL busca promover a gestão com foco no cliente e na qualidade dos serviços de tecnologia da informação.

O APLTic do Oeste é a quinta estrutura do gênero em atividade no Paraná – atualmente são seis no Estado. Ele conta com a participação de 40 empresas de cinco cidades do Oeste (Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Toledo, Foz do Iguaçu e Cascavel). O setor envolve aproximadamente 800 profissionais, que atuam em empresas responsáveis pela fabricação de softwares, hardwares e comunicação.

Um ano

O APLTic do Oeste comemorou ontem seu primeiro ano de atividades. E as conquistas já são inúmeras, como o terceiro lugar nacional no Prêmio Empreender 2008, a realização de capacitações nas principais áreas da tecnologia da informação, testes de software e a realização de missões técnicas, como aconteceu recentemente em viagem a quatro países da África. O gestor do APLTic Oeste pelo Sebrae, Edson Braga da Silva, informa que a estrutura montada na região já é uma referência em resultados e em qualidade.

“O envolvimento é determinante para isso e a qualidade dos serviços e ações demonstram-se também pela procura do APLTic do Oeste do Paraná por empresas, órgãos e entidades de várias partes do Estado”, segundo Edson. A região também participa de uma rede de APL´s formada no Paraná. Ela se reúne a cada 60 dias para debater estratégias para o fortalecimento do setor, com ganhos às empresas e também ao consumidor desse tipo de tecnologia.

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Objetivo do Curso

Preparar e capacitar o candidato para a realização da Certificação Brasileira em Teste de Software – CBTS, criada em 2006 pela Associação Latino-Americana de Software, para atender a exigência do mercado brasileiro por profissionais qualificados.

O curso será promovido pela ST, empresa credenciada pela ALATS para ministrar o curso OFICIAL CBTS. Coordenada por Raphael Jacinto – Diretor Regional PR da ALATS.

Público Alvo

  • Analistas de Testes;
  • Consultores de Testes;
  • Testadores;
  • Gerente de Projetos;
  • Gerente de Configuração;
  • Analista de Requisitos de Sistemas e Qualidade.

Período

  • Dias 26, 27, 28, 29/05/2009
  • Horário: das 08:00 às 18:00 horas
  • Carga Horária: 32 horas

Conteúdo

Processo de Teste:

  • Introdução ao teste de software;
  • Processo de teste de software;
  • Custo da qualidade;
  • Princípios e conceitos de teste;
  • Ciclo de vida de teste;
  • Validação e verificação.

Ambiente de Teste:

  • Preparação do ambiente de teste.

Análise de Risco:

  • Definição do risco;
  • Controle dos riscos.

Planejamento de Teste:

  • Visão geral sobre o planejamento de teste;
  • Tarefas para construir um plano de testes.

Elaboração do Teste:

  • Definição dos cenários do teste;
  • Elaboração de casos de teste.

Execução do Teste:

  • Plano de teste e a sua execução;
  • Atividades, insumos e produtos;
  • Fluxo de execução dos testes;
  • Quando os testes terminam.

Gestão de Defeitos:

  • Conceito de defeito.
  • Processo de gestão de defeito;

Relatório de teste:

  • Relatórios IEEE 829 (Log de Teste, Relatório de Incidentes de Teste, Relatório de Sumário de Teste).

Estimativa de teste:

  • Análise de pontos de teste.

Local

  • SEBRAE Cascavel

Investimento

  • Integrante APLTIC e associado ASSESPRO: R$200,00
  • Integrante APLTIC: R$ 300,00
  • Demais interessados: R$400,00
  • condições de pagamento, boleto bancário.

Certificação

  • Os interessados em fazer o teste de certificação, deverão fazer a inscrição no site da ALATS (http://www.alats.org.br/Default.aspx?tabid=226). A certificação tem um investimento de R$ 300,00 e deverá ser pago diretamente para a ALATS. Esta prova será realizada em Cascavel dia 30/05/2009 no SEBRAE das 08 às 12 horas.

Instrutor

Alysson Ancelmo Pereira / Diretor-Técnico da ST Consultory, Engenheiro Industrial Elétrico, ênfase em eletrônica, pela Universidade Federal Tecnológica do Paraná – UTFPR, 2002. Competências: C/C++, JAVA, sistemas de comutação analógicos e digitais, protocolos DSL, T1, E1, CAS, ISDN-Pri, ISDN-Bri, CAPI, TAPI, SIP. Engenharia de Software: Testes de Software e de Sistemas, Progressivos, Regressivos, Aceitação, Homologação, Certificação, Desempenho, Carga e Automação de Testes. Sistemas de Transações Financeiras ISO-8583: Switches, ATMs, POS, PDVs, Faturamento, Identificação de Cartões e Criptografia.

Material ditático
Base de Conhecimento em Teste de Software – 2a. edição, Rios, Emerson; Cristalli, Ricardo; Moreira, Trayahú & Bastos, Aderson. – S.Paulo, Martins Fontes, 2007.

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A Captação de Recursos como processo e não como evento
terça-feira, abril 21st, 2009 | Author: siro

Autora: Kelly Zeni

A história da captação de recursos no Brasil ainda é muito recente e tornou-se moda nos últimos anos, principalmente junto às entidades sem fins lucrativos dedicadas às atividades de responsabilidade social. Dentro do universo empresarial, porém, a atividade ainda é pouco conhecida – as organizações não a adotam como prática e poucos sabem das possibilidades que estão ao alcance de suas mãos. Ao contrário: a maioria acredita que é difícil demais alavancar recursos financeiros fora dos modelos de empréstimos tradicionais feitos pelas entidades bancárias que trazem a reboque, quase sempre, taxas de juros desencorajadoras. É bem verdade que a grande maioria dos recursos subsidiados não permite uma flexibilidade tão grande quanto estes empréstimos. Isso, porém, não invalida a sua utilidade, pois são modalidades complementares e não concorrentes tendo em vista as finalidades as quais se destinam.

A primeira tentativa de captação de uma empresa, em geral, é feita de forma doméstica e voluntária, de acordo com o tempo disponibilizado por algum colaborador. Este modelo de trabalho reflete o perfil da atividade no Brasil, que ainda possui fortes tons de amadorismo. No entanto, quando a empresa adota linhas estratégicas baseadas em inovação como forma de sustentar sua vantagem competitiva, captar recursos torna-se uma necessidade. Principalmente, porque se trata de uma forma de inovar (e, portanto, não perder posições no mercado) reduzindo significativamente os riscos inerentes a este tipo de iniciativa.

Captação de recursos é um termo utilizado para descrever o leque de tarefas realizadas pelas empresas, em conjunto ou não com parceiros, buscando financiar atividades que as permitam aumentar sua competitividade e promover o desenvolvimento sócio-econômico da região ou país em que estão inseridas. Estas tarefas começam por uma análise eficiente, ou seja, uma avaliação do que se que quer financiar e com que finalidade, para que depois se parta para uma segunda etapa, a de planejamento e mapeamento de demandas.

Além da inovação, um outro bom motivo para se captar recursos é o fato de que eles estão disponíveis. A avaliação das possibilidades de captação feita conjuntamente com o planejamento estratégico e o orçamento da empresa ao início de cada ano, permite que se direcione melhor os recursos disponíveis, subsidiando ações que tenham potencial para serem executadas com recursos externos.

Para isso, as organizações devem dedicar-se às atividades de captação de recursos de forma contínua, dando atenção a cada um dos principais itens como parte de um ciclo planejado. Isso significa encará-las como um processo e não como um evento.

A captação é o meio de não o fim. E assim como as TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação), permeia todos os segmentos econômicos apesar de não ser sua atividade fim. No entanto, sabe-se que uma empresa informatizada costuma ser mais facilmente gerenciada. Da mesma forma, uma empresa que adota a captação de recursos como um processo contínuo, aumenta sua competitividade de forma sistêmica e alivia a pressão sobre o capital próprio.


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ASSESPRO-OESTE SERÁ LANÇADA NA QUARTA (15/04)
terça-feira, abril 14th, 2009 | Author: siro

A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) lança na próxima quarta-feira (15), em Cascavel, sua regional no Oeste do Paraná. A entidade busca integrar e representar as empresas de Tecnologia da Informação, promovendo o conhecimento e desenvolvimento da comunidade empresarial como alternativa para consolidar e aumentar a competitividade do setor.

A instalação de Subseção de Cascavel é resultado do reconhecimento do potencial da região Oeste do Paraná no desenvolvimento de produtos e serviços de TIC. A solenidade está programada para às 20h na Sala Paraná da Associação Comercial e Industrial (Acic). A regional será representada pelos empresários Cezar Bernardon e Roberto Fantin, das empresas Datacoper Software e Rhede  Sistemas. Mais informações no site www.assespropr.org.br

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Scrum é tema de palestra na Univel
sexta-feira, fevereiro 20th, 2009 | Author: siro

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Com o apoio do APLTIC o professor Nikolai Dimitri Albuquerque ministrou uma palestra na noite de quarta-feira, no auditório da Univel, com o tema Gerenciando projetos de forma ágil com o Scrum. A palestra foi destinada aos acadêmicos do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS), diretores, gerentes, líderes de equipe, profissionais envolvidos no contexto de projetos e desenvolvedores de softwares. De acordo com Nikolai, a ferramenta Scrum pode ser utilizada em organizações de pequeno, médio e grande porte. “Gigantes com Yahoo, Microsoft e Google vêm obtendo excelentes resultados com o uso do Scrum”, afirma o professor.
Na palestra, Nikolai apresentou os fundamentos de gerenciamento ágil de projetos e os benefícios para a equipe de trabalho como comprometimento, motivação, colaboração, integração e compartilhamento do conhecimento, fatores essenciais para o gerenciamento e sucesso de projetos. “A base do Scrum é ser simples. O gerenciamento ágil tem o foco nas pessoas. Os indivíduos são mais importantes que os processos e as ferramentas. A forma de gerir pessoas é fundamental para o bom andamento dos processos”, comenta o professor. Outra vantagem do Scrum é que permite ao cliente experimentar o produto contratado durante a fase de desenvolvimento, em pequenos intervalos de tempo. “O Scrum tem agilidade de responder as mudanças. Isso evita o retrabalho. A ferramenta viabiliza a troca de experiências entre os membros de uma equipe. Uma das premissas da ferramenta Scrum é o curto ciclo de avaliação das atividades. “As reuniões diárias são de 15 minutos e realizadas em intervalos de 24 horas.  São base para avaliar o que foi desenvolvido desde a última reunião, o que será desenvolvido até a próxima reunião e quais obstáculos o colaborador está enfrentando. Dessa forma, o Scrum permite visualizar o desempenho do projeto praticamente em tempo real”, explica.
Nikolai Dimitri Albuquerque é doutorando em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina. Colaborou em projetos de empresas de pequeno, médio e grande porte por meio de consultoria em gerenciamento de projetos, metodologia de desenvolvimento de software. É professor e coordenador do curso de pós-graduação em Gerenciamento de Projetos em TI na Faculdade Estácio de Sá.

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Empresários conhecem oportunidades na África
sexta-feira, fevereiro 20th, 2009 | Author: siro

Autor: Jean Paterno

Uma comitiva formada por 98 empresários brasileiros, desses três de Cascavel, viajaram por quatro países do Norte da África em janeiro em uma missão que busca aproximar empreendedores e estimular novas parcerias no campo empresarial. Organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em conjunto com embaixadas e órgãos ligados ao comércio internacional, a viagem apresentou um universo de possibilidades que poucos empresários brasileiros sabem que existe.

“O que vimos foi quatro países em intensa construção e que têm tudo para se transformar em novas Dubais”, define Vicente Ribeiro, que fez um relato da expedição quinta à noite durante encontro empresarial da Acic. O roteiro incluiu contatos com lideranças dos setores político e produtivo de cidades da Líbia, Argélia, Tunísia e Marrocos, nações que lideram uma das mais eufóricas ondas de crescimento da história do continente africano. A comitiva brasileira foi formada por empresários de ramos como calçados, energia, tecnologia da informação, telecomunicações e agroalimentar.

As rodadas de negócios permitiram que os integrantes da missão apresentassem produtos e informações sobre suas empresas. A troca de conhecimentos é o primeiro passo para estabelecer parcerias e há interesse mútuo em ampliar mercados, segundo Vicente. Os empresários de Cascavel integrados à comitiva são de empresas ligadas ao APLTic, um arranjo produtivo local criado para integrar e fortalecer a cadeia da tecnologia da informação na região Oeste do Paraná. “O que pudemos ver é surpreendente e futuras parcerias são absolutamente prováveis”, de acordo com Adriano Smaniotto.

O desafio agora é, por meio do APLTic e outros parceiros, definir as melhores estratégias para consolidar negócios com empresários dos países do Norte da África. Talvez poder contar com uma estrutura fixa em uma cidade importante venha a ser a primeira providência, conforme Vicente. O empresário César Bernardon prospecta conexões vantajosas entre vários setores produtivos dessas nações com o Brasil. Um aspecto reafirma essa condição, segundo ele: Líbia, Argélia, Tunísia e Marrocos são grandes produtores e exportadores de petróleo, no entanto importam praticamente todo o resto.

A China, economia que apesar da crise é a que mais avança no mundo, e países da Europa há anos perceberam o potencial do norte africano. O Brasil desperta para essa possibilidade somente agora, mas ainda há perspectivas econômicas em vários campos graças à competitividade do produto nacional e da criatividade empreendedora das empresas. Além do Ministério do Desenvolvimento e das embaixadas, a viagem técnica contou com o envolvimento também da Apex e da Softex.

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Treinamento sobre Certificação Brasileira de Teste de Software
quinta-feira, dezembro 18th, 2008 | Author: siro

Autor: Jean Paterno

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Contribuir com o repasse de informações para obter a Certificação Brasileira em Teste de Software. Esse é um dos objetivos de treinamento que reúne nesta semana, em Cascavel, analistas de testes, consultores, testadores, gerentes de projetos e configuração, e analistas de requisitos de sistemas de qualidade. A promoção é da ST e conta com 20 participantes ligados à APLTIC. Os trabalhos acontecem até esta quinta-feira no Sebrae. Os participantes recebem informações sobre introdução, processos, custo da qualidade, princípios e conceitos de texto, ciclo de vida e validação e verificação.

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